Cachoeiras, mirantes, trilhas e cânions da Serra da Canastra. Os mesmos destinos do app CanastraPass — colecione o carimbo de cada um.

Trilha
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Queda simpática e acessível, com poço convidativo — parada certa no roteiro do lago.
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O topo dos 186 metros, pela Portaria 1: trilha de 3,7 km até a borda, com a vista de cima da maior queda do São Francisco. O acesso é independente da parte baixa — por isso as duas não cabem no mesmo dia.
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Cachoeira
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Queda no alto da Serra do Mirante, cercada por paredões e com vista aberta do vale. Combina bem com a Maria Augusta no mesmo dia e recompensa quem encara a subida.
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Cachoeira
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Cachoeira
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Queda encaixada entre paredões, com o formato marcante que batiza o lugar. Opção diferente para quem já conhece as clássicas.
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Cachoeira
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Cachoeira
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Cachoeira
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Queda em área preservada, no território do símbolo da Canastra. Natureza bruta e silêncio.
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Cachoeira
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Cachoeira
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Cachoeira em área de cânion, é extremamente importante a contratação de um guia local para sua segurança. Não frequente o local com previsões de chuva.
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Cachoeira
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Cachoeira
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Cachoeira
Ver detalhes →Local Histórico
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Cachoeira
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Parada de recepção mineira raiz: o acolhimento de quem vive a serra, com a hospitalidade e o sabor da roça.
Ver detalhes →O trecho cênico que corta o parque, com mirantes, curvas e a paisagem aberta da Canastra a cada quilômetro.
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Cachoeira
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Água azul-turquesa em poço cercado por rocha — um dos visuais mais impressionantes de Capitólio.
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Mirante
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Mirante
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Mirante
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Vista aberta do vale e da serra a partir da antiga área de mineração — parada obrigatória para entender a geografia da Canastra.
Ver detalhes →Mirante
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Mirante
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Mirante elevado com visão privilegiada do relevo da serra e do lago — imbatível no fim de tarde.
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Muralha de pedra erguida à mão por antigos moradores, cortando a paisagem da serra. Patrimônio vivo da história local.
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As muralhas de pedra que cortam o alto do parque, marcando divisas feitas à mão muito antes das cercas. Paisagem e história no mesmo quadro.
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Local Histórico
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O Paraíso Selvagem é um complexo particular de cachoeiras e cânions na Serra da Canastra, em Delfinópolis, vizinho ao Parque Nacional. São dois cânions e um circuito de água com doze quedas, entre elas a Cachoeira do Alpinista, que despenca cerca de 40 metros dentro do paredão, o Salto Solitário, a Cachoeira das Orquídeas, a das Mariposas e a do Pingo D'Água. O passeio é caminhada, não mirante de beira de estrada. O circuito completo passa dos 7 quilômetros e o terreno pede mais equilíbrio do que fôlego: são pedras, raízes e travessias de córrego. Dá para fazer só os trechos curtos e voltar, mas quem quer ver as principais quedas separa o dia inteiro. Da cidade são cerca de 27 quilômetros, com o trecho final em estrada de terra. No tempo seco um carro de passeio faz o caminho com cuidado. Depois de chuva forte a estrada piora, e aí um veículo alto ou com tração faz diferença. Duas coisas mudam o passeio e vale saber antes de subir. A trilha não é sinalizada, então quem não conhece a região aproveita muito mais com um condutor local. E em dia de chuva forte os córregos sobem rápido, o que fecha trechos por segurança. A melhor época para caminhar é a estação seca, de abril a setembro. Na portaria é cobrada uma taxa de conservação por pessoa. Leve dinheiro: a região é rural e a internet oscila, então cartão e Pix nem sempre passam.
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Navegação pelo Lago de Furnas — o Mar de Minas — passando pelos paredões e cânions que fizeram a fama da região.
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Parada de contemplação com enquadramento cinematográfico dos vales, um dos visuais mais fotografados do trajeto.
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Trilha com mirantes abertos para o lago, feita para as luzes do começo ou do fim do dia.
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Queijaria e Cachoeira Vale Encantado
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